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Flanelinha racha para-brisa no soco durante briga em estacionamento


Já é algo comum, em qualquer região do Brasil, estacionar o carro e ser abordado por flanelinhas. Mas, o que um motorista de Brasília não esperava era que, no último sábado (11), ao parar seu veículo em uma área pública, que teria o para-brisa do carro destruído.


Alvo da fúria do flanelinha, o homem relata que começou a ser xingado desde que chegou para estacionar o carro, aos sons de que “não fortalecia a firma” e que não dava dinheiro para os flanelinhas ao parar fora do local de cobrança.


Quando começou a registrar a ação, o flanelinha deu um soco no para-brisa do veículo, rachando o vidro.

“Quando saí do carro para buscar ajuda e ligar para polícia, ele ainda jogou uma pedra em mim, que não acertou. Registrei boletim de ocorrência e levei o carro para perícia hoje. Nos orçamentos que fiz, o valor do conserto ficou entre R$ 370 a R$ 450, sem contar o medo de estacionar em qualquer lugar público e acontecer pior”, relatou o motorista ao portal Metrópoles.

O caso é investigado pela 5ª Delegacia de Polícia da Asa Norte de Brasília.


Flanelinha é uma profissão permitida pela lei?


De acordo com a Lei de Contravenções Penais, a função de guardador ou lavador de carros não configura atividade econômica especializada apta a caracterizar a contravenção penal prevista em lei, ou seja, exercer profissão ou atividade econômica sem preencher as condições exigidas por lei.


Para exercer essas funções, os interessados precisam realizar previamente o cadastro na Secretaria de Trabalho do Governo, possuindo crachá com identificação via QR Code.

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