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Quem são as mulheres vítimas da chacina que tentaram salvar adolescente de 12 anos


Elas abriram a porta de casa para dar abrigo ao adolescente sobrevivente


As duas mulheres que abriram a porta da casa onde moravam para socorrer o adolescente de 12 anos sobrevivente da chacina de Mata de São João, Região Metropolitana de Salvador (RMS), foram identificadas como Sara Miranda Magalhães, 56 anos, e Clícia Costa Magalhães, de 35 anos. A Polícia Civil não divulgou o parentesco entre elas.

As duas moravam na residência que estava situada nas proximidades do primeiro imóvel onde sete pessoas foram mortas e tiveram seus corpos carbonizados, na Colônia JK, zona rural de Mata de São João. Sara já foi candidata a vereadora pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), em 2016, como o nome de “Sara Sarita”, mas não venceu o pleito. Clícia era mãe de dois garotos e, nas redes sociais, informava ser separada. As outras vítimas já identificadas são Carla Souza dos Santos, de 17 anos, Gabriel Souza dos Santos, de 13 anos, Brenda Bispo dos Santos, de 16 anos, Bianca dos Santos Almeida, de 18 anos, Carlos Augusto Gonzaga dos Santos, de 41 anos. Motivação

Durante uma coletiva de imprensa no final da manhã desta terça-feira (29), a delegada Christiane Inocência Coelho, diretora do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), afirmou que o crime foi motivado por ciúme e que o principal alvo seria um homem de apelido Preá, que também foi morto. Não foi confirmado se ele é Carlos Augusto Gonzaga dos Santos.

Ainda de acordo com a delegada, a irmã do adolescente sobrevivente mantinha um relacionamento amoroso com o autor do crime, que nutria ciúme em relação ao seu ex-parceiro, o Preá. Preá foi morto na companhia da sua ex-sogra, de prenome Cristiane, que ainda não teve o sobrenome e idade confirmada pela Polícia Civil, mas que seria mãe da pivô do crime. Preá e Cristiane estavam na mesma casa, na companhia das demais vítimas. A instituição também não informou sobre o parentesco dos dois com as demais vítimas.

Sobrevivente

De todos eles, apenas o adolescente de 12 anos e um bebê sobreviveram. A criança, que também não teve o seu parentesco informado com as demais vítimas, foi resgatada pelo pai após o crime. O adolescente conseguiu se esconder debaixo de uma cama e teve 50% do corpo queimado. Ele foi socorrido para um hospital de Mata de São João e, em seguida, encaminhado para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde está internado em estado grave. o mentor e também um dos executores do crime foi morto durante uma troca de tiros com policiais militares um dia após a chacina. Na mesma ação, outro suspeito também morreu, um foi preso e o outro conseguiu fugir. O grupo foi encontrado nos fundos de uma residência, na zona rural de Mata de São João.

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