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Racha no PCC leva pânico às prisões e dor de cabeça para advogados


Um racha dentro do Primeiro Comando da Capital (PCC), o maior em seus 30 anos de existência, está causando tensão no sistema prisional paulista. Segundo a coluna de Josmar Jozino, do UOL, advogados estão preparando petições para solicitar à Justiça a prisão domiciliar ou transferências de seus clientes para outros presídios considerados "neutros", sem influência do tráfico de drogas.


O clima de pânico entre os detentos foi desencadeado pelo início de um conflito entre Marcola e outros três supostos integrantes da facção identificados como Tiriça, Vida Loka e Andinho, que o consideram delator. Os rivais não apenas o excluíram da facção, mas também o sentenciaram à morte.


Conforme a coluna de Josmar Jozino, os membros do PCC leais a Marcola, por outro lado, acusaram o trio de calúnia e traição e divulgaram um comunicado anunciando que os três não fazem mais parte da facção e estão marcados para morrer.


O desentendimento entre Marcola e os outros três criminosos começou quando o líder do PCC chamou Tiriça de psicopata para um policial penal. A conversa foi gravada e usada por promotores no julgamento que condenou Tiriça a 31 anos de prisão por assassinato.

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