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Santo Antônio de Jesus espera movimentar cerca de R$ 50 milhões no São João

Secretária de Cultura, Sílvia Brito, afirma que investimentos na festa são da ordem de R$ 6 milhões

Com a estimativa de movimentar cerca de R$ 50 milhões neste período do ano, a cidade de Santo Antônio de Jesus já está tomada pelo clima festivo, uma vez que conta com uma programação de mais de 30 dias para saudar os santos juninos: Antônio, João e Pedro.


Na cidade, os festejos tiveram início com o Festival de Forró do Recôncavo, em 27 de maio, e seguem até o São Pedro da Sapucaia, no dia 2 de julho, na zona rural da cidade.


"A expectativa é que gire na economia do município algo em torno de R$ 50 milhões ao longo do mês. Temos um festejo que já se iniciou em 28 de maio, e [a programação] vai até o 2 de julho com o São Pedro da Sapucaia.


E toda essa movimentação atrai pessoas de toda a região, nós já sentimos a cidade muito movimentada, o comércio pujante", ressaltou a secretária de Cultura do município, Sílvia Brito.


A gestora afirma que a estimativa é agregar toda a economia local. "Queremos pegar desde o pequeno produtor, do amendoim, do fabrico do licor, até as grandes empresas de alimento, de calçados, de vestuário", elencou.


De acordo com a gestão municipal, a festa gera cerca de 2 mil empregos diretos e um número incalculável de indiretos quando se leva em conta a economia informal. "Dentro do circuito, já temos 130 trabalhadores famílias empregadas diretamente, atuando na venda de alimentos e bebidas, que vão estar conosco ao longo destes quatro dias de festa", destacou Sílvia.


Já no ramo hoteleiro, os 1.250 leitos de Santo Antônio de Jesus estão ocupados nos hotéis e pousadas. Neste período, também aumenta a procura de aluguel por temporada, gerando uma renda extra para quem disponibiliza suas casas.


Investimento para os festejos

Para os festejos deste ano, a secretária de Cultura revelou ao M! que a estimativa de custo é de R$ 6 milhões. Segundo ela, os processos ainda estão sendo fechados, em meio à busca de patrocínios para auxiliar no custeio da festa.


"Ainda estamos fechando todos os processos, e felizmente, estamos conseguindo captar através de algumas empresas nacionais e outras empresas locais. Já levantamos algo em torno de R$ 1,5 milhão, que é algo que já alivia bastante o custo público", ressaltou.

Sílvia, no entanto, chamou atenção para o fato de que os valores empregados não são "despesas", e sim "investimentos".


"Tudo isso é um esforço conjunto que temos feito para viabilizar uma festa que é muito importante para a cidade. Na verdade, não é uma despesa, é um investimento que o município faz para que a gente possa manter vivo o principal produto turístico da nossa cidade", destacou a secretária de Cultura.

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